Independentemente do tipo de empresas, a princípio, toda e qualquer estratégia deve ter como ponto de partida o desenho de hipóteses fundamentalmente direcionadas aos espaços ainda não explorados, sendo que tais hipóteses devem ser traçadas em consonância com dados válidos e confiáveis, fragmentados, analisados e que tenham como resultado, alternativas viáveis para o negócio como um todo. O desenho da estratégia precisa basicamente está voltado à melhoria do Botton Line e geração de caixa (aumento de volume de volume produzido, redução de custo fixo, melhoria de margem de contribuição, descoberta da equação chave, mix x clientes) para o negócio. Mas, em se tratando das “pequenas”, talvez o foco naqueles nichos em que as “Grandes” de fato não atuam ou não apresentam interesse seja, a grande sacada.
Entender aonde crescer é extremamente relevante para o negócio, assim como o entendimento da cadeia de valor da indústria junto aos níveis de segmentação, dará mais coesão nas medidas a serem estabelecidas (Planos de Ação). Entender qual é a lógica de crescer, é essencial, à medida que este último depende de um conjunto de situações, além da qualidade da gestão das empresas.
Entendo que a lógica de estratégias viáveis está alicerçada no direcionamento do chamado Core Business (Pleno domínio de Clientes, do Modelo que está estruturado negócio, na construção do valor econômico que resulta consequentemente no domínio do negócio), também “como competir” e “aonde competir” (Core Competence).
A experiência me leva acreditar que uma vez traçado o caminho a ser percorrido, muito mais rápido será a resposta a eventuais desvios no percurso e menos surpresas desagradáveis assolarão o bom andamento dos negócios. O segredo de tudo está no planejamento.
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