A matriz Swot, representa o quão boa ou ruim é a leitura de gestão da companhia, com vistas ao horizonte interno/externo de atuação. Constitui um exercício mental estratégico um tanto complexo na maioria das vezes, principalmente quando olhamos para fora da empresa, além de sinalizar e identificar aspectos delicados e essenciais para sua continuidade. São, a meu ver, uma bússola que uma vez bem calibrada guiará para caminhos menos turvos, ou no pior dos casos, servirá de pedra de sustentação nos momentos de crise mercadológica.
A tomada de decisão à medida que passa a ocorrer apoiada em toda essa inteligência trará respostas mais coesas, quando de seu êxito ou insucesso, podendo ser reavaliada ou revista constantemente, pois fazer SWOT é por no papel, é ilustrar um cenário, é entender o desenho de como está e de como pode ficar tendencialmente uma empresa.
A nós cabe constantemente, exercitar e tentar entender o mercado de atuação ou segmento, os recursos a disposição da empresa, quais os gargalos e potenciais existentes internamente. Cabe a nós consultores contadores, administradores em geral, traçar as chamadas “linhas de tendência”, acompanhar se os planos de fato se realizaram de acordo com o previsto, e dependendo da situação, refazer a estratégia, enfim, nos cabe pensar e repensar estrategicamente.
Blog dos graduandos e amantes das ciências contábeis...tendo intuito criar pensadores...
domingo, 26 de junho de 2011
terça-feira, 21 de junho de 2011
Do processo de Implementação de um sistema de informação nas empresas
Particularmente, com exercício da função de consultor de empresas, no segmento de gestão de crise e reestruturação financeira, o que pude vivenciar e ainda de certa forma vivencio, acredito ser algo que vai além do processo de implantação.
Em aspectos gerais, o que ocorre no primeiro momento (de implantação dos sistemas de informação) é o medo efetivo do novo, isso quando se expõe o ponto de vista da maioria dos colaboradores, da empresa. O referido medo é mais uma espécie de receio, devido à dificuldade inicial, que grande parte destes profissionais encontram no manuseio dos então - novos programas (seja ele, ERP?s, SAp?s etc.). A maioria das empresas conseguem superar tal fase a partir do momento em que promovem a sua disseminação via treinamento.
Tenho como convicção que o instante mais crítico quanto ao uso dos sistemas da informação, é o momento seguinte, onde tais colaboradores, à medida que se passa o tempo, por motivos diversos, voltam aos controles denominados "paralelos" e deixam de alimentar os programas com os dados da área, ou se o alimentam, o fazem de maneira parcial. Este sim é o grave problema que vejo na prática, pelo menos nas empresas que fazem parte do portfólio da consultoria. As denominadas empresas em crise pecam em 95% das vezes nos seus controles, pois ou não são confiáveis ou simplesmente inexistem, gerando informações distorcidas que, de fato, não refletem nem de longe a situação financeira da companhia.
Ressalto o quão é importante que tais sistemas funcionem, sejam eles contábeis, financeiros, de gestão de pessoal, dentre outros, ressalto também a importância da boa alimentação de tais programas, pois a empresa de uma maneira geral, é dependente destes dados dispostos na forma de informações fidedignas, caso contrário toda e qualquer decisão a ser tomada por seus dirigentes estará, do meu ponto de vista, totalmente equivocada
Em aspectos gerais, o que ocorre no primeiro momento (de implantação dos sistemas de informação) é o medo efetivo do novo, isso quando se expõe o ponto de vista da maioria dos colaboradores, da empresa. O referido medo é mais uma espécie de receio, devido à dificuldade inicial, que grande parte destes profissionais encontram no manuseio dos então - novos programas (seja ele, ERP?s, SAp?s etc.). A maioria das empresas conseguem superar tal fase a partir do momento em que promovem a sua disseminação via treinamento.
Tenho como convicção que o instante mais crítico quanto ao uso dos sistemas da informação, é o momento seguinte, onde tais colaboradores, à medida que se passa o tempo, por motivos diversos, voltam aos controles denominados "paralelos" e deixam de alimentar os programas com os dados da área, ou se o alimentam, o fazem de maneira parcial. Este sim é o grave problema que vejo na prática, pelo menos nas empresas que fazem parte do portfólio da consultoria. As denominadas empresas em crise pecam em 95% das vezes nos seus controles, pois ou não são confiáveis ou simplesmente inexistem, gerando informações distorcidas que, de fato, não refletem nem de longe a situação financeira da companhia.
Ressalto o quão é importante que tais sistemas funcionem, sejam eles contábeis, financeiros, de gestão de pessoal, dentre outros, ressalto também a importância da boa alimentação de tais programas, pois a empresa de uma maneira geral, é dependente destes dados dispostos na forma de informações fidedignas, caso contrário toda e qualquer decisão a ser tomada por seus dirigentes estará, do meu ponto de vista, totalmente equivocada
domingo, 19 de junho de 2011
O objetivo da empresa é obter lucro ou maximizar o seu valor?
Discordar ou não a respeito do colocado no tema citado supra, dependerá do nosso ponto de vista de duas variáveis. A primeira variável trata da inserção e posicionamento da companhia diante dos investidores no curto prazo e a segunda variável estaria disposta num outro período obviamente classificado como longo prazo. Conforme já convencionado no mercado de capitais, e diferente na quantidade de tempo tratado do ponto de vista contábil (período até 1 ano), o curto prazo seria todo aquele intervalo de tempo inferior a 5 anos em que o investimento de uma maneira geral sofre sua aplicação, por conseguinte o longo prazo seria todo intervalo que transpassasse esse tempo.
Isso posto, e em resposta a indagação do caput, se pensarmos no curto prazo provavelmente a resposta seria totalmente fundamentada na discórdia quanto ao afirmado a respeito da maximização da riqueza em detrimento apenas da obtenção do lucro, contudo, defendamos a idéia segunda como opinião mais plausível, que explana o assunto do ponto de vista voltado à existência da companhia no longo prazo, e até então, temos que concordar com a afirmação direcionada a empresa como um ?agente? que busca tornar-se cada vez mais atrativa no que tange a construção de seu valor líquido, ou seja, na capacidade da mesma atrair investimentos, talvez, a polêmica afirmação que diz ser o lucro um ?fim? e não ?o meio? adquira mais consistência sob este ponto de vista.
Diante do exposto passim, a função principal do gestor financeiro numa companhia é o de melhor gerir os recursos disponíveis, e que devem estar bem equalizados nas suas opções de investimentos e financiamentos. Sendo válido salientar, portanto, que tanto o controle do dinheiro como o report do que está sendo e que poderá ser feito com o mesmo, através de estudos direcionados aos custos e a contabilidade gerencial, aos interesses orçamentários e de fluxo de caixa, além da análise corriqueira da oportunidade/custo do ponto de vista econômico, sempre visando a salvaguarda dos interesses da Alta Administração e a Maximização da riqueza da companhia, figura como atributos daquele incubido e qualificado como gestor financeiro. Por fim, consequentemente este leque de ações prima pela longevidade da Entidade no mercado em geral e de sua interação no meio social.
Isso posto, e em resposta a indagação do caput, se pensarmos no curto prazo provavelmente a resposta seria totalmente fundamentada na discórdia quanto ao afirmado a respeito da maximização da riqueza em detrimento apenas da obtenção do lucro, contudo, defendamos a idéia segunda como opinião mais plausível, que explana o assunto do ponto de vista voltado à existência da companhia no longo prazo, e até então, temos que concordar com a afirmação direcionada a empresa como um ?agente? que busca tornar-se cada vez mais atrativa no que tange a construção de seu valor líquido, ou seja, na capacidade da mesma atrair investimentos, talvez, a polêmica afirmação que diz ser o lucro um ?fim? e não ?o meio? adquira mais consistência sob este ponto de vista.
Diante do exposto passim, a função principal do gestor financeiro numa companhia é o de melhor gerir os recursos disponíveis, e que devem estar bem equalizados nas suas opções de investimentos e financiamentos. Sendo válido salientar, portanto, que tanto o controle do dinheiro como o report do que está sendo e que poderá ser feito com o mesmo, através de estudos direcionados aos custos e a contabilidade gerencial, aos interesses orçamentários e de fluxo de caixa, além da análise corriqueira da oportunidade/custo do ponto de vista econômico, sempre visando a salvaguarda dos interesses da Alta Administração e a Maximização da riqueza da companhia, figura como atributos daquele incubido e qualificado como gestor financeiro. Por fim, consequentemente este leque de ações prima pela longevidade da Entidade no mercado em geral e de sua interação no meio social.
Gestão de Sistemas de Informação x Controladoria
Diante de um mercado extremamente globalizado e da necessidade de desenvolvimento de vantagens competitivas, as empresas se veem nos dias atuais, cada vez mais obrigadas a buscar melhoria tecnológica, de forma que a maximização do lucro deve ser otimizada com vistas à redução de custos e maior eficiência dos processos produtivos. Para tanto a tecnologia neste cenário, deve, a partir de então figurar como recurso aliado da gestão empresarial. Intercalar e correlacionar a importância, alcance, benefícios e complexidades quando tratamos de gestão e dos sistemas de informações organizacionais, é explicitar o quão importante é que exista sincronismo ou sinergia entre estes.
O melhor tratamento de dados para sua posterior utilização, no momento seguinte, no formato de informação (conforme vemos, nos diversos relatórios contábeis-financeiros) são na prática ilustrados, pelo denominados reports, de caráter sine qua non para a sobrevivência da organização. De fato, na velocidade que as coisas vêm acontecendo nos últimos anos, e da velocidade que devem ter as companhias para reagir ao mercado, as respostas para os problemas diários devem vir em tempo hábil, e a tomada de decisão além de ter que possuir confiabilidade, agilidade e relevância deve está também apoiada no que há de melhor quando falamos dos recursos existentes e disponíveis pela tecnologia da informação.
Em suma, é importante que a gestão conheça e utilize tais informações advindas do banco de dados, importante também é que se preocupe com a regularidade de entrada destes dados no sistema, que priorize o treinamento do pessoal para expurgar ou minimizar erros no seu imput, de forma que o seu alcance é simplesmente consequência de toda esta sinergia, pois os usuários estarão sempre em constante acompanhamento das informações divulgadas periodicamente. Os benefícios são globais, e a complexidade de fazer com que todo esse emaranhado de situações, que norteiam os negócios, aconteça na prática, é a razão de ser de diversos profissionais diariamente.
O melhor tratamento de dados para sua posterior utilização, no momento seguinte, no formato de informação (conforme vemos, nos diversos relatórios contábeis-financeiros) são na prática ilustrados, pelo denominados reports, de caráter sine qua non para a sobrevivência da organização. De fato, na velocidade que as coisas vêm acontecendo nos últimos anos, e da velocidade que devem ter as companhias para reagir ao mercado, as respostas para os problemas diários devem vir em tempo hábil, e a tomada de decisão além de ter que possuir confiabilidade, agilidade e relevância deve está também apoiada no que há de melhor quando falamos dos recursos existentes e disponíveis pela tecnologia da informação.
Em suma, é importante que a gestão conheça e utilize tais informações advindas do banco de dados, importante também é que se preocupe com a regularidade de entrada destes dados no sistema, que priorize o treinamento do pessoal para expurgar ou minimizar erros no seu imput, de forma que o seu alcance é simplesmente consequência de toda esta sinergia, pois os usuários estarão sempre em constante acompanhamento das informações divulgadas periodicamente. Os benefícios são globais, e a complexidade de fazer com que todo esse emaranhado de situações, que norteiam os negócios, aconteça na prática, é a razão de ser de diversos profissionais diariamente.
quinta-feira, 9 de junho de 2011
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