A matriz Swot, representa o quão boa ou ruim é a leitura de gestão da companhia, com vistas ao horizonte interno/externo de atuação. Constitui um exercício mental estratégico um tanto complexo na maioria das vezes, principalmente quando olhamos para fora da empresa, além de sinalizar e identificar aspectos delicados e essenciais para sua continuidade. São, a meu ver, uma bússola que uma vez bem calibrada guiará para caminhos menos turvos, ou no pior dos casos, servirá de pedra de sustentação nos momentos de crise mercadológica.
A tomada de decisão à medida que passa a ocorrer apoiada em toda essa inteligência trará respostas mais coesas, quando de seu êxito ou insucesso, podendo ser reavaliada ou revista constantemente, pois fazer SWOT é por no papel, é ilustrar um cenário, é entender o desenho de como está e de como pode ficar tendencialmente uma empresa.
A nós cabe constantemente, exercitar e tentar entender o mercado de atuação ou segmento, os recursos a disposição da empresa, quais os gargalos e potenciais existentes internamente. Cabe a nós consultores contadores, administradores em geral, traçar as chamadas “linhas de tendência”, acompanhar se os planos de fato se realizaram de acordo com o previsto, e dependendo da situação, refazer a estratégia, enfim, nos cabe pensar e repensar estrategicamente.
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