terça-feira, 21 de junho de 2011

Do processo de Implementação de um sistema de informação nas empresas

Particularmente, com exercício da função de consultor de empresas, no segmento de gestão de crise e reestruturação financeira, o que pude vivenciar e ainda de certa forma vivencio, acredito ser algo que vai além do processo de implantação.
Em aspectos gerais, o que ocorre no primeiro momento (de implantação dos sistemas de informação) é o medo efetivo do novo, isso quando se expõe o ponto de vista da maioria dos colaboradores, da empresa. O referido medo é mais uma espécie de receio, devido à dificuldade inicial, que grande parte destes profissionais encontram no manuseio dos então - novos programas (seja ele, ERP?s, SAp?s etc.). A maioria das empresas conseguem superar tal fase a partir do momento em que promovem a sua disseminação via treinamento.
Tenho como convicção que o instante mais crítico quanto ao uso dos sistemas da informação, é o momento seguinte, onde tais colaboradores, à medida que se passa o tempo, por motivos diversos, voltam aos controles denominados "paralelos" e deixam de alimentar os programas com os dados da área, ou se o alimentam, o fazem de maneira parcial. Este sim é o grave problema que vejo na prática, pelo menos nas empresas que fazem parte do portfólio da consultoria. As denominadas empresas em crise pecam em 95% das vezes nos seus controles, pois ou não são confiáveis ou simplesmente inexistem, gerando informações distorcidas que, de fato, não refletem nem de longe a situação financeira da companhia.
Ressalto o quão é importante que tais sistemas funcionem, sejam eles contábeis, financeiros, de gestão de pessoal, dentre outros, ressalto também a importância da boa alimentação de tais programas, pois a empresa de uma maneira geral, é dependente destes dados dispostos na forma de informações fidedignas, caso contrário toda e qualquer decisão a ser tomada por seus dirigentes estará, do meu ponto de vista, totalmente equivocada

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